Se alguém perguntar por mim

A previsão do tempo para o fim de semana é de sol, com temperatura entre 20 e 25 graus. Depois da praia a dica é um passeio pelas ruínas de Baelo Claudia para visitar o teatro e os banhos romanos no Parque Natural do Estreito de Gibraltar. Tarifa tem uma vista espetacular de Gebel Mousa, no Marrocos. Essa montanha e Gibraltar foram descritas pelos gregos como os pilares de Hércules, o dos doze trabalhos, e é onde as águas do Atlântico encontram as do Mediterrâneo. Tarifa foi o primeiro lugar a ser conquistado pelos árabes, quando invadiram a Espanha no século XVIII. De ferryboat, o Marrocos fica a meia-hora. Mais notícias da viagem em http://www.tribuneiros.com

 

 

Mais do mesmo

Terça à noite em São Paulo, debate dos candidatos a governador. Aluizio Mercadante disse que daria de presente para o filho, aniversariante da semana, a certeza de que o pai sempre fez campanhas limpas, e lamentou que, se em famílias pequenas não se sabe exatamente o que os outros membros fazem, imagina em um partido como o PT. Tenho medo de pensar o que o filho do Mercadante tem feito debaixo do bigode dele.

 

Domingo à tarde no Rio de Janeiro. No Catete, um militante andava sozinho pela chuva, de camiseta vermelha, carregando sua bandeira com a estrela do PT. Em Ipanema, a vitrine da Livraria da Travessa exibia diversos livros sobre política e, entre eles, cartas de um baralho com figuras do PT. (A falta que faz uma câmera fotográfica).

 

Final de verão na Espanha. Hoje, 24 graus. Mais especificamente em Bolonia, a praia mais descolada de Tarifa, na Andaluzia. (A falta que faz uma passagem aérea)

Para as pessoas na sala de jantar

 

Pra não dizer que não falei de flores, Nick Hornby.

 

“Também pude ver que precisaríamos de muitos outros tapa-buracos nas semanas e meses seguintes. Talvez seja disso que nós precisamos, suicidas ou não. Talvez a vida seja um buraco grande demais para ser tapado com enchimentos e então precisamos de qualquer coisa em que conseguimos por as mãos – lixas, plainas, garotas de quinze anos, o que for – para poder preencher”.

Braços cruzados na Guanabara
Prometo que com educação, vergonha na cara e comprometimento, a coisa melhora. Vote em  http://www.tribuneiros.com
Extraordinary people, parabéns

Há um ano eu sentava na frente do computador pela primeira vez para publicar idéias sem ter alguma de como seria isso, e muito menos pensando que hoje estaria aqui comemorando. Cantava “it's your show now, so what's it going to be?”, e nunca parei para responder. Seu Martin se criou sozinho à medida que ia sendo escrito dia-a-dia, sem grandes planos ou pretensões. Não é que eu gostei disso? O que não mudou é que ainda tendo dúvidas sobre o lay-out e a certeza de um endereço absofuckinlutely perfeito.

 

Há mais ou menos um ano, Seu Jorge trocava o Rio por São Paulo e eu criticava o motivo - "Fiquei desgostoso. O Rio é chopinho e papo furado, pizzaria Guanabara e Baixo Gávea, e todo mundo batendo palma pro pôr-do-sol. Aquela gente é inerte”, ele dizia. Estavam no auge a CPI e as denúncias envolvendo o Lula. Hoje, a 15 dias das eleições, vemos praticamente reeleitos o clã Garotinho e o presidente que não deveria nem ter condições morais para se candidatar. Aqui na terra ainda estão jogando futebol, tem muito samba, muito choro e rock'n'roll, uns dias chove, noutros dias bate sol...

 

De lá para cá, se as pesquisas estavam certas, Machu Picchu andou 12 centímetros em direção ao abismo e eu ainda não fui lá. Nesse tempo expus crises de medo de falhar na minha essência e estragar a minha existência com trapalhadas e incompetência, cantei mais em prosa do que em verso relações e sensações sobre banalidades e assuntos de vida ou morte, escancarei histórias de pessoas que não foram mera coincidência, subi no palanque tribuneiro para ganhar tanta gente e agora, olhando para trás, vejo que a campanha Keep Walking foi uma bela inspiração. Mas descobri que, lá como cá, não mostramos pessoas comuns cuja determinação fez com que tivessem vidas extraordinárias. Mostramos pessoas extraordinárias, porque todas tiveram coragem de give it a shot. E ninguém disse que seria fácil (nem que seria tão difícil).

 

Por entre fotos e nomes, os olhos cheios de cores, o peito cheio de amores vãos eu vou continuar, por que não? Então a gente combina assim – eu continuo transformando tudo em palavras e você continua passando aqui quando tiver um tempo para trocar uma idéia. Pode ser? É bom. Não porque falamos na mesma freqüência ou cantamos no mesmo tom, porque estar aqui independe de tempestade ou sol de janeiro, porque alguns temas deixam a boca seca sem ressaca e param o relógio. É porque “você precisa acreditar que once in a while alguém pode tirar o seu fôlego e despertar alguma emoção". Bom é ter sempre encontrado inspiração, seus olhos, e saber que algumas coisas nunca mudam, que outras sempre mudam, e que algumas ainda podem mudar. Bom é conseguir, depois de um ano, continuar fazendo textos assim. Muitos aplausos para quem parou de escrever para si mesma e criou um blog e para quem me dá tanta atenção.

 

Johnnie Walker há anos têm sido consumido em momentos essenciais de nossas vidas, momentos do nosso próprio progresso pessoal. Tim-tim! À vocês 3 ou 4 que me acompanham desde o começo, e à vocês 3 ou 4 que se juntaram à nós no caminho. Obrigada!

 

A frase do bolo - Life is like riding a bicycle. To keep your balance you must keep moving (Einstein)
Os sonhadores
 

(...) "Não me cabe dúvida de que Günter Grass é o último dessa estirpe, à qual pertenceram um Victor Hugo, um Thomas Mann, um Albert Camus, um Jean Paul Sartre. Acreditavam que ser escritor era, ao mesmo tempo que fantasiar ficções, dramas ou poemas, agitar as consciências de seus contemporâneos, animando-os a atuar, defendendo certas opções e rechaçando outras, convencidos de que o escritor podia servir também como guia, conselheiro, animador ou dinamiteiro ideológico sobre os grandes temas sociais, políticos, culturais e morais e que, graças à sua intervenção, a vida política superava o mero pragmatismo e se tornava gestora intelectual, debate de idéias, criação.

 

Nenhum jovem intelectual de nosso tempo crê que essa seja também a função de um escritor, e só a idéia de assumir o papel de “consciência de uma sociedade” lhes parece pretensiosa e ridícula. Mais modestos, acaso mais realistas, os escritores das novas gerações parecem aceitar que a literatura não é nada mais – não é nada menos – do que uma forma elevada de entretenimento, algo respeitabilíssimo, pois divertir, fazer sonhar, arrancar a sordidez e a mediocridade em que está mergulhado na maior parte do tempo o ser humano, não é por acaso imprescindível para fazer a vida melhor, ou pelo menos mais vivível?


(...)
Melhor aceitar que os escritores, pelo simples fato de sê-lo, não têm que ser nem mais lúcidos nem mais puros nem mais nobres do que qualquer outro bípede, esses que vivem no anonimato e jamais chegam às manchetes dos jornais.

 

Talvez essa seja a razão pela qual, ao revelar sua passagem fugaz pela juventude nazista quando era adolescente, Günter Grass tenha virado alvo de críticas nesses dias. Não é ele. São críticas contra esse ideal de escritor que ele encarnou, com paixão, ao largo de toda a sua vida: a do que polemiza sobre tudo, a do que quer que a vida se molde aos seus sonhos e às suas idéias como acontece com as ficções que ele cria, a do que crê que a do escritor é a mais formidável das funções porque, além de entreter, também educa, ensina, guia, orienta e dá lições. 

 

Esa era otra ficción con la que nos hemos estado embelesando mucho tiempo, amigo Günter Grass. Pero ya se acabó."

  http://www.lanacion.com.ar/836820
 

Mario Vargas Llosa, sobre a repercussão que teve a revelação do escritor alemão Günter Grass de que pertenceu à juventude nazista aos 17 anos. Gunter Grass ganhou o Nobel de Literatura há 7 anos. Vargas Llosa é escritor e concorreu à Presidência do Peru em 1990, tendo sido derrotado por Fujimori.

La vida es como te la tomás

Perca peso agora, pergunte-me como - www.tribuneiros.com

(peso na consciência)

 

Os poderes de Greyskull

Você pode acordar e ir trabalhar ou faltar e ver todas as estréias da locadora. Pode vestir um terno ou decidir que hoje vai casual mesmo que não seja Friday. Pode almoçar no restaurante ali da esquina ou andar mais um pouco e arriscar um novo. Pode ir para a academia de noite ou caminhar no parque ouvindo musica. Pode dormir com a TV ligada ou ligar para alguém com quem não fala há tempos. Pode ver se tem outro caminho ou seguir naquele mesmo já seguro e conhecido.Você pode fazer Administração, Direito ou Economia ou pode não fazer faculdade por um ano para estudar línguas, arte e viajar por aí. Você pode se formar e começar uma pós-graduação ou descobrir que não tem idéia do que quer ser quando crescer. Pode fazer musculação ou pilates ou não fazer nada. Pode nunca sair de casa sem estar besuntada de protetor solar ou torrar no sol e usar biquíni branco no inverno. Você pode ficar com todos os caras que te olham ou não gostar nunca de ninguém. Pode reclamar do que te incomoda ou esperar para ver se passa.Você pode guardar muito dinheiro para ter um carro zero ou andar de ônibus e ter mais sapatos do que Imelda Marcos. Pode tocar vários instrumentos ou entender sobre musica o tanto quanto o I-Tunes permite. Pode ligar para ver se volta ou acreditar que o que passou, passou. Pode saber de cor quantas calorias tem em cada alimento ou fechar a boca sempre que a calca jeans apertar. Você pode ler todos os clássicos ou os quadrinhos do jornal. Pode sair todas as noites ou dormir oito horas por dia. Pode falar com seus amigos toda hora ou deixar scraps de vez em quando. Pode viver num apartamento onde, se entrar correndo, cai pela janela ou pode ligar para seus pais avisando quando não vai dormir em casa. Pode anular seu voto ou se esforçar para entender os projetos de cada candidato. Pode conversar para chegar a um acordo ou desistir porque não vale a pena.

 

Você não pode não lembrar do que queria quando era pequeno, não pode não saber se quem te importa está bem, não pode não conhecer o lugar com o qual sempre sonhou, não pode não dar uma chance se há uma pequena possibilidade de funcionar, não pode não saber quais musicas e filmes te fazem chorar e quais te fazem feliz, não pode não descobrir por que está se sentindo mal há tanto tempo, não pode não ter algo só seu, não pode não ter alguém com quem contar e não pode não ter um motivo qualquer para continuar.

 

Você não pode um dia acordar e ver que não se lembra como tudo ficou assim. Pelo menos não deve.
Lo que me encanta

Domingo a tarde, Museu de Artes Latino-americanas. Um grupo de criancas olha um quadro da Frida Kahlo.

-          Ela pintou a si mesma com uma macaco e um papagaio. Como se chama isso?

-          Auto-retrato – respondem.

-          E como ela fez para se pintar?

-          Magica – diz a menina

-          Deve ter usado um espelho - diz o menino

-          Mas tem um bigode, como ‘e uma senhora? – pergunta o outro

-          O bigode ‘e porque deve ter tomado leite com chocolate – responde a menina.

 

Caixa do banco para trocar dolares por pesos. Ao ver o passaporte, o homem pergunta se sou do Rio e se derrete:

-          Amo o Rio, as pessoas sao muito relaxadas, originais, andam de sandalias e bermudas.

-          Sim, porque faz muito calor – respondo, querendo elogiar Buenos Aires – Mas aqui sao todos muito bem-vestidos.

-          Porque se preocupam demais com a aparencia, sao uns boludos. Bob Marley, conhece? “Emancipate yourself from mental slavery”, viva Ipanema!

 

Museu de Belas Artes, visita guiada gratuita pelas obras de Rodin. A guia explica que o artista fazia um molde e depois reproduzia as obras varias vezes. O mesmo Pensador que esta no museu de Paris enfeita uma praca em Buenos Aires, e ali na nossa frente esta uma escultura de O Beijo muito maior do que a parisiense. Mal posso esconder a decepcao da informacao quando uma senhora protesta:

-          Isso ‘e um absurdo, a obra vale pela originalidade, se sao meras copias perdem o sentido.

-          O que a senhora sente ao ver essa obra? – provoca a guia, me fazendo lembrar a felicidade que foi ver a obra ali e que posso passar horas admirando o casal retratado sem me importar se sao copias ou se protagonizam uma traicao. – O valor esta na genialidade da ideia do artista. - defende.

Vale o que desperta, concluo.

 

Nesse mar não navega ilusão

Trago a pessoa amada em seis paragrafos - http://tribuneiros.com

Vale amor proprio;-)

 

Navegar 'e preciso*

Na meditacao o importante ‘e conseguir relaxar a ponto de nao pensar em nada, deixar a mente vagar livre. ‘E assim que se resolvem os problemas e se acham respostas.

 

A distancia faz com que se tenha outra perspectiva a respeito do que se ve. Se voce olhar um quadro muito de perto, vera borroes. Tente se afastar um pouco e vera a beleza da obra. Genial quem consegue pintar telas enormes, quantas vezes o artista se afasta para ver o todo e conseguir que aquelas pinceladas facam sentido? Como Michelangelo pintou o teto da Capela Sistina?

 

Dizem que nao adianta fugir porque os problemas vao atras. Tente definir fuga e ir embora. Tente definir dar um tempo. Nao funciona em relacionamentos, so talvez no seu com a sua propria existencia.

 

*acentuar, nao.

O que tem jeito...

Charlie Brown - O que se pode fazer quando você não se encaixa no mundo?

Lucy – Me siga, quero mostrar uma coisa para você. (chegam no alto de uma montanha) Vê o horizonte lá? Vê como o mundo é grande? Vê quanto espaço tem para todo mundo? Vê algum outro mundo? 

Charlie Brown – Não

Lucy – Até onde sabemos esse é o único mundo que existe, certo?

Charlie Brown – Certo.

Lucy – Você nasceu nesse mundo, certo?

Charlie Brown – Certo.

Lucy – Então viva nele! Cinco centavos pela consulta, por favor.

 

Todos dizem eu te amo

Um buquê de lírios brancos, um torpedo no meio do dia, um “vi isso e lembrei de você”, um beijo estalado no meio da rua, um “liguei só pra dizer oi”, não tem problema não. Põe pra fora, exercite a sua capacidade de assumir que gosta, mate os invejosos de desespero enquanto eles criticam a breguice de uma declaração pública. As pessoas são carentes sim, isso é uma falha na humanidade, mas já estão sendo feitos ajustes no modelo 3.0. Por enquanto, não tem jeito, não basta estar ali nos momentos difíceis, é preciso estar nos momentos felizes, rir junto, cultivar a intimidade que cria inside jokes.

 

Não adianta pegar a Angelina Jolie se não puder contar para ninguém, não adianta ficar milionário se não sobrar tempo para aproveitar a fortuna e não adianta ter quem goste muito de você se não está no momento então por favor deixe o recado depois do bip. Gente ainda é melhor do que planta, de quem você tem que cuidar e em troca ela só se mantém viva. Ter alguém que você ame não é como ter uma varanda em casa, que é bom saber que está ali mesmo que você nunca vá lá. É preciso aproveitar sua varanda, decorá-la, senão fica cheia de poeira e cai do prédio! Ok, isso nunca aconteceu, ma pode acontecer - “Varanda se suicida por falta de importância”. E você escolheu aquele apartamento só porque tinha varanda...

 

Talvez seus pais não tenham te abraçado muito enquanto criança, talvez você já tenha sido abandonado por quem jurou que sempre estaria por perto, talvez você seja chinês e tenha vivido sob censura a vida toda, talvez você ainda tenha tempo para mandar Freud pastar e ligar para alguém agora só para dizer o quanto aquela pessoa é importante. Tem coragem? Só não esqueça de tranqüilizá-la de que você não tem nenhuma doença terminal.

 

Lamba a tampinha do iogurte, ria quando alguém levar um tombo, pegue jacaré, assista a sitcoms e declare o seu amor. Não porque ele passa, nem porque a vida já é dura demais ou porque Buda ensinou, faça isso só porque é gostoso. Ou faça como investimento – se um dia você precisar, vai ter de quem ouvir de volta. Mesmo que você já saiba.
Fim da feira

Conta o nominimo.com.br que, por pudor, os chineses raramente falam ou escrevem “wo ai ni”, “eu te amo” em mandarin. Quando dizem, é mais comum usarem a expressão em inglês. Expressar os sentimentos através do cinematográfico “I love you” gera um certo distanciamento, soa menos íntimo.

 

Me abstenho de comentários. What the fuck é agressivo em qualquer língua.

Capitalismo selvagem

Ziploc® vem, há algum tempo, enfrentando acusações de que a comida guardada nos saquinhos provoca câncer de próstata, que a combinação de gordura, calor do microondas e plástico solta dióxido nos alimentos, e tenta comunicar, desesperadamente, que mesmo que nos plastiquinhos antigos não viesse o adesivo Microwave safe, eles também podem ir ao forno sem que nenhuma tragédia aconteça (era só uma questão de criar o adesivo e não a capacidade).

 

Apesar de ser útil a muitas pessoas, as vendas do produto não aumentavam há anos. Mesmo histórias incríveis como a de Nadine B, do Kansas, que salvou seus pertences em Ziplocs de 1 galão durante o furacão Katrina (mesmo que a maioria tenha voado para algum lugar de onde nunca voltou) ou de Natalie Z, de Minnesota, que adotou soldados no Iraque e manda granola e protetor solar em Ziplocs, não levam a empresa a bater a meta. Não levavam. Com a descoberta do plano terrorista para explodir aviões em pleno vôo, Ziploc entrou para a lista da Forbes de maiores cases de viradas nos negócios, perdendo somente para Havaianas e Felipão. Ninguém embarca mais com bagagem de mão a não ser que esteja em sacos transparentes, o que nos leva a pensar – teria Ziploc alguma coisa a ver com o plano? 

 

O maior hit dos aeroportos em todo o mundo é Ziploc, o que já motivou a Apple a correr atrás do prejuízo e a criação de coisinhas que personalizem o saquinho. No site Ziploc.com há dicas de como você pode usar Ziploc em diversas situações. Para não levantar suspeitas ainda não incluíram, na parte de “Viagens”, o uso como bolsa, mas isso é uma questão de tempo. Nossos repórteres descobriram nas “idéias para o trabalho” a frase “guarde objetos pessoais como chaves, telefone e cartões de crédito em Ziploc quando for a prédios com segurança. Isso vai economizar tempo quando você passar por máquinas de Raio X”. Muito suspeito.

 

N.R. - Por ser muito trabalhoso escrever ® todas as vezes em Ziploc é mencionado, desistimos. Mas Ziploc é uma marca registrada e Seu Martin (é bom que se explique) não tem nenhuma ligação com ela.

 




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