Notting Hill
Happiness wouldn't be happiness without a violin-playing goat.
Butterflies in my stomach
A pergunta pulou da revista na minha cara também! Tanta gente queria tanta coisa e quase nada se encaixava nas minhas possíveis respostas porque as pessoas pareciam querer coisas imediatas. Baby steps, darling, ainda não aprendeu? Então eu quero ser menos ansiosa. Quem não quer ser feliz? O que me faz voltar a uma discussão sobre o que é felicidade. Lembram? Felicidade é sentir que o que se tem é suficiente. E alguém falou que felicidade é nunca estar completamente satisfeito para querer sempre mais, ao que outra respondeu que felicidade é o conjunto de pequenos momentos felizes. Tom Jobim diria que “é impossível ser feliz sozinho” então eu quero companhia. “E algum trocado pra dar garantia”. Eu quero uma família. Mesmo que sejam só dois, mesmo que de vez em quando alguém saia batendo a porta, mesmo precisando de muita conversa no jantar. De imediato quero um laptop, ter coragem de surfar e MSN no celular. Quero ter Ipod com vídeo mas ainda ter tempo de ver tudo deitada na minha cama.
Eu quero ter coisas para lembrar quando ficar velhinha. Eu fico com a pureza da resposta do vocalista do Cordel do Fogo Encantado na revista: meu maior desejo é nunca parar de desejar.
O que eu mais quero na vida? Eu só quero é ser feliz... simples não?!
Nesse momento, eu quero que a rede do trabalho que foi pro espaço, volte. Quero uma boa massagem olhando pro mar. Quero ser magrinha e comer morango com chocolate e beber Prosseco. Quero não ter que pensar em amanhã, na hora de acordar, em daqui a pouco...
E como vocês podem ver, o primeiro desejo tem a ver com o trabalho, com preocupações mundanas.
Oq eu mais quero na vida? Entender esta mente que comanda, entender porque o servidor da Spirit é mais importante que a minha massagem a beira da praia e porque, neste momento, eu quero tudo isso sozinha.
VOLONTÉ
Johnnie boy! Olha eu aqui!
O que é isso?? Quer dizer que o mundo vai ser dominado por um "cartoon" e "zero fun"? Nops! Sai pra lá.. Não me chamo Manuel, não moro em Niterói e por isso nesse mundo eu não fico!! Como arrumar outro mundo anda um pouco difícil these days, preferi desvendar os mistérios do UOL Blog - cá entre nós não foi tão difícil assim - e partir pra briga pra salvar esse mundo mesmo!
Inauguro minha blogaria de idéias perguntando o que vocês acham do novo Ipod que reproduz videos. Por favor, alguém pode me explicar a sensação de andar sempre por aí acompanhado da Grace, Karen, Rachel, Ross, Jack e do falecido Mr. Piddles?
Hora de debater assunto sério - se bem que a ideia de um Ipod cinema também é bem séria... Mas estava outro dia lendo a Revista da Mtv e parei em uma pergunta sacana. Foi tanta resposta (pensei inclusive no tal Ipod) que não conseguia responder, até organizar meu brainstorming de uma forma simples que fez sentido, muito sentido pra mim, e então pude dormir feliz.
O QUE VOCÊ MAIS QUER NA VIDA? A revista me perguntou...
CONSEGUI
HAHAHAHAHAH
Eu consigo, eu consigo....
How you doin?
Depois do assunto sério, cultura inútil! Curiosidades básicas sobre Friends qualquer viciado sabe, como a Courteney Cox ter sido chamada para fazer Rachel ou a Ursula ser garçonete em Mad About You. Mas tem outras menos conhecidas e muito divertidas: a série podia ter se chamado "Friends Like Us” ou "Insomnia Cafe" e a Phoebe e o Joey seriam personagens menores. Quando Matt LeBlanc fez o teste, sua fortuna eram os US$11 que estavam na carteira e a primeira coisa que ele comprou com o cachê foi comida quente! Nenhum dos atores ganhava mais do que outro. Todos começaram recebendo US$22,5 mil por episódio e acabaram com a pobreza de US$1milhão. Antes do elenco ser escalado, a idéia era que Monica e Joey tivessem um caso. Para ver como a audiência reagiria aos possíveis casais, em especial Rachel e Chandler, fizeram "The One With The Flashback". A resposta foi péssima e os romances foram deletados.
Marcel, macaquinho do Ross, é traveco! Foi interpretado por duas macacas e elas foram as primeiras do elenco a receber uma proposta para fazer cinema. A primeira vez que Joey falou "How you doin'" foi na 4a temporada, em "The One With Rachel's Crush”.
Fãs ilustres: Bruce Willis fez o pai da namorada adolescente do Ross de graça porque perdeu uma aposta com Matthew Perry e George Lucas mandou uma carta para a produção elogiando o episódio em que o Ross confessa a fantasia sexual com a Princesa Léia. O nome da Rachel é Rachel Karen!
Sobre trilhas: quando filmaram a abertura, os atores tiveram que cantar a música porque “I’ll be there for you” ainda não tinha sido gravada. No último episódio, quando Ross e Rachel se beijam, toca a mesma música de quando eles se beijaram pela primeira vez. Monica entra no casamento ao som de "Groovy Kind Of Love". Depois de serem pronounced husband and wife, toca "Everlong", do Foo Fighters, no violino. Já Phoebe casou com "Here, There and Everywhere", dos Beatles.
Falando em casamentos, quando Rachel, Phoebe e Mônica se vestem de noiva, o vestido da Rachel é igual ao que ela usa no piloto. No encerramento de "The One After Vegas" aparece escrito "To Courteney and David, who did get married" e na abertura de “Vegas parte 2” todos os nomes aparecem com o sobrenome Arquette em homenagem a isso. O ex-marido feio da Jennifer Aniston também foi alvo de piada na série. Quando todos vão para Vegas, Rachel aproveita que está sozinha em casa para ficar andando pelada, mania famosa de Brad Pitt. O endereço dele eu não sei, mas para quem quiser visitar Friends o prédio é o 495 da Grove St. em NY. Joey no apto 19 e Mônica no 20.
Você troca seu AK47 pela paz mundial? Siiiiiiim!!!
Na verdade acho esse referendo pelo desarmamento muito inoportuno. Tanta coisa para decidir no país e me perguntam isso? Tanta morte nas estradas e a urgência é para decidir comercialização de armas? E o povo vai decidir baseando-se numa campanha muito pouco esclarecedora. Acho importante explicar que isso é um referendo, vai confirmar ou não se as pessoas querem que a lei de hoje continue em vigor. Alguém conhece a lei? Muito prazer, https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.826.htm. Ninguém está perguntando se você é a favor das armas ou contra elas. Não é uma questão de “Sim, eu quero extinguir as armas do mundo” ou “Não, eu quero que cada um tenha a sua arma e se vire”. O Sim tem a seu favor que qualquer ação para dificultar o acesso à armas de destruição é válido. Há quem diga que, proibindo a venda, daqui a alguns anos as armas brasileiras serão velhas como os carros cubanos.
O João Ximenes alega que “talvez os votantes do Não sejam mais iluminados que eu e tenham certeza de que nunca agiriam com estupidez num rompante de raiva”. Não sou nada iluminada, na verdade sou praticamente uma assassina em potencial, mas não posso ter uma arma porque a lei me obriga a ter porte, sem o qual não consigo comprá-la legalmente. E ilegalmente, vou poder continuar comprando no caso do Sim vencer. “É permitida a venda de AR-15 à população civil? Não. Por que, então, o Rio está coalhado de fuzis AR-15?” A coluna do Guilherme Fiuza em No Mínimo é interessante: a Lei Seca não acabou com a venda de bebida, só estimulou o contrabando. Não quero correr o risco de ver nascer ao lado das bocas de fumo revendedores ilegais de armas, sendo mais uma bela fonte de renda para a criminalidade. Além disso, se a proibição for referendada, o Brasil não poderá exportar sua produção porque a comercialização será proibida internamente. A indústria americana agradece, mas aí já é outra história...
Não acredito em armas como defesa pessoal nos grandes centros, diferente do que acontece no interior onde a peixeira moderna é recarregável. As estatísticas mostram que quem tem arma em casa acaba vítima dela. Ou por acidente, ou porque o bandido saca primeiro, ou porque ela é roubada e usada contra o dono. Mas qual o percentual de armas usadas pelos bandidos que foram roubadas de civis? Pelos números apresentados nas revistas semanais, é significativo. Mas será que esses números são confiáveis ou foram manipulados para me convencer já que a imprensa resolver declarar seu voto? Se você tem uma arma em casa, reagiria a um assalto e conseguiria matar o invasor antes que ele mate você? Se o ladrão está na janela do seu carro é maior a chance do crime acabar pior se você mostrar uma arma?
Os portadores de armas sensibilizados pela campanha do desarmamento estão se desfazendo delas – e continuariam, em número cada vez maior, sem o plebiscito. Não porque estejam sendo obrigados, constrangidos ou bloqueados pela lei. Estão sendo educados. Mas há os que não entregaram suas armas e não as entregarão em tempo algum, nem deixarão de comprá-las.
Voto Sim por uma fiscalização efetiva nas fronteiras, por campanhas educacionais que conscientizem a população do perigo de se ter uma arma. Mas sobre educação no Brasil ninguém está me perguntando nada, né? Em caso de aprovação do referendo popular, o disposto no artigo entrará em vigor na data de publicação. Só temos alguns dias para decidir, por favor: cartas para a redação!