You should be dancing
Em homenagem à dancinha patética da deputada Angela Guadanin comemorando mais uma pizza na Câmara, uma seleção de requebrados memoráveis (pro bem ou pro mal):

Mia e Vince em Pulp Fiction
Gene Kelly rodando no poste em Singing in the rain
Boris Yeltsin bebum
Caranguejo do nananana no filme da Skol
Maria e os filhos do capitão Von Trapp passeando pela cidade
Celine imitando Nina Simone em Antes do Anoitecer
Rodrigo Amarante nos shows do Los Hermanos
Wilson Sisters e amigas na boite em As Branquelas
Danny Zuko e amigos, Go Greased Lightening em Grease
Assolan imitando Ragatanga
De mansinho eu peço passagem na quadra da Mangueira no carnaval de 2004
Jô Soares na abertura do programa
Vôo da Jennifer Grey em Dirty Dancing
Richard Gere treinando com a vassoura em Shall We Dance
Pai e mãe requebrando na pista de dança
Karaokê no final de Shrek

(to be continued...)
Calma, E=mc2
 

O princípio da relatividade foi surgindo ao longo da história à medida que os pesquisadores viam que dois referenciais diferentes oferecem visões perfeitamente plausíveis, ainda que distintas, de um mesmo efeito. A teoria nasceu em 1905, quando um jovem matemático judeu, desempregado, que acabara de se formar com as notas mais baixas da turma publicou três artigos que mudariam para sempre a maneira como nós entendemos o tempo. “Ponha a mão em um forno quente por um minuto e vai parecer que está ali há uma hora. Sente-se com uma mulher bonita por uma hora e vai parecer um minuto. Isso é relatividade!” Einstein e a física tem aplicações muito mais importantes do que mostram as aulas de laboratório. A teoria da relatividade derrubou Newton, aquele das leis, ao dizer que amanhã seus problemas enormes de hoje serão contados entre risos na mesa do bar. Ou servirão de parâmetro para ver que, se superou aquele, this too will pass!

Einstein estava convencido de que Deus não joga dados, apesar de às vezes parecer que nas horas vagas ele se diverte às nossas custas. O cientista acreditava nos mistérios do mundo, achava que isso é a melhor coisa que podemos experimentar e que sem viver o inexplicável perdemos a capacidade de imaginar, de nos surpreender e descobrir coisas novas. Não é preciso ser devoto fanático, mas é preciso acreditar em um deus, em um gnomo mágico, em uma força inexplicável qualquer.

Os gregos acreditavam em várias divindades e o tempo era associado ao deus Cronos, o mais novo dos seis grandes titãs. Até hoje para a ciência, filosofia, poesia ou dia-a-dia, é dele que tudo depende. Desde a vingança, que é um prato que se come frio, ao perdão, que para existir precisa de mais calma na alma. Para a física, tempo é uma quarta dimensão. Para Paulinho da Viola, é o que nos faz lembrar o sofrimento que não quis perdoar e todo o mal reprimido pode, afinal, nos deixar. Por isso ele sugere deixar em aberto nosso saldo de sentimentos, só o tempo nos ensina a viver. De noite, antes de dormir, olhe para o céu para rezar: Tempo rei, transformai as velhas formas do viver, ensinai-me, ó, pai, o que eu ainda não sei. Pode faltar um tanto ainda pro mano velho correr macio mas, conselho de Gil, não se iludam: tudo agora mesmo pode estar por um segundo.

Segundo a física nem o céu que vemos hoje é real porque a luz das estrelas leva tanto tempo para chegar a nós que a configuração do firmamento já não existe mais. Olhamos para um céu de milhões de anos atrás, mas você não acredita no que está vendo? A vida está correndo, dá tempo de cair e levantar milhares de vezes, de viver muitos mistérios. Como achar uma foto linda e de repente, sem querer, ler uma frase que a explica perfeitamente.

Life is like riding a bicycle. To keep your balance you must keep moving - Einstein




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